* 19 MARÇO
José é um personagem célebre do Novo Testamento bíblico, marido da mãe de Jesus Cristo. Segundo a tradição cristã, nasceu em Belém da Judeia, no século I a.C., era pertencente à tribo de Judá e descendente do rei Davi de Israel. No catolicismo, ele é considerado um santo e chamado de São José.
Segundo a tradição, José foi designado por Deus para se casar com a jovem Maria, mãe de Jesus, que era uma das consagradas do Templo de Jerusalém, e passou a morar com ela e sua família em Nazaré, uma localidade da Galileia. Segundo a Bíblia, era carpinteiro de profissão, ofício que teria ensinado seu filho.
São José é um dos santos mais populares da Igreja Católica, tendo sido proclamado "protetor da Igreja Católica Romana"; por seu ofício, "padroeiro dos trabalhadores" e, pela fidelidade a sua esposa, como "padroeiro das famílias", sendo também padroeiro de muitas igrejas e lugares do mundo.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
SÃO JOSÉ - Esposo da Virgem Maria
SANTA EUFÉMIA - Mártir
* 20 MARÇO
Ela nasceu na Calcedónia, uma cidade perto de Constantinopla, numa família nobre e respeitável, foi criada nos ideais cristãos, que faziam dela um exemplo de virtude e beleza junto dos habitantes. Frequentou a escola, por isso nas suas imagens aparece com um manto de estudante (da época). Durante o reinado do Imperador Diocleciano, que proibia baptizados, ela foi acusada e tendo recusado a casar com um herói da cidade, foi presa com outros cristãos.
Torturada de maneira cruel, onde era usada uma roda de moinho, sempre se manteve fiel à sua fé e manteve intacta a sua decisão de nunca trair a Deus. Entregaram-na aos leões, que acabaram por a matar, mas não danificaram o seu corpo ou a comeram, deitando-se a seu lado como que a protegê-la de mais sofrimentos. Era o dia 16 de Setembro do ano 304 AD, tinha ela somente 15 anos de idade.
Os cristãos ficaram com o seu corpo, sendo este sido sepultado na Calcedónia, onde construíram uma igreja. Em 620, quando a cidade foi invadida e conquistada pelos Persas, mudaram o seu corpo, com medo se ser destruído, para Constantinopla, e depositado numa Igreja mandada construir pelo Imperador Constantino, em sua honra. Com a entrada no poder do Imperador Nicefor, que era contra símbolos religiosos, os cristãos ficaram com medo que ele remove-se o corpo de Sta. Eufémia.
A lenda diz que numa noite de violenta tempestade o sarcófago de mármore desapareceu da cidade. Possivelmente, pescadores cristãos carregaram-no nos seus barcos, com a esperança de a transportar para um lugar seguro. Em Julho, 13 do ano 800, as pessoas de Rovinj, viram dar à costa, ondulando gentilmente nas águas, um sarcófago. Os sinos repicaram, as pessoas que se juntaram na praia tentaram retirá-lo da água, mas em vão, todos os esforços eram inúteis, até que apareceu uma criança com dois fracos bezerros e que para espanto de todos conseguiu remover o pesado sarcófago da água e o levou até à igreja local.
Quando abriram o sarcófago, viram o corpo de uma rapariga muito bonita e que vestia um luxuoso vestido e junto dela, um pergaminho que dizia HOC EST CORPUS EUFEMIAE SANCTAE... (...este é o corpo de Santa Eufémia, virgem mártir da Calcedónia, filha de um nobre senador, nascida para o céu em Setembro 16, ano 304 AD...).
O seu corpo continua preservado numa igreja na cidade de Rovinj, na actual Croácia, onde pode ser visitado.
Ela nasceu na Calcedónia, uma cidade perto de Constantinopla, numa família nobre e respeitável, foi criada nos ideais cristãos, que faziam dela um exemplo de virtude e beleza junto dos habitantes. Frequentou a escola, por isso nas suas imagens aparece com um manto de estudante (da época). Durante o reinado do Imperador Diocleciano, que proibia baptizados, ela foi acusada e tendo recusado a casar com um herói da cidade, foi presa com outros cristãos.
Torturada de maneira cruel, onde era usada uma roda de moinho, sempre se manteve fiel à sua fé e manteve intacta a sua decisão de nunca trair a Deus. Entregaram-na aos leões, que acabaram por a matar, mas não danificaram o seu corpo ou a comeram, deitando-se a seu lado como que a protegê-la de mais sofrimentos. Era o dia 16 de Setembro do ano 304 AD, tinha ela somente 15 anos de idade.
Os cristãos ficaram com o seu corpo, sendo este sido sepultado na Calcedónia, onde construíram uma igreja. Em 620, quando a cidade foi invadida e conquistada pelos Persas, mudaram o seu corpo, com medo se ser destruído, para Constantinopla, e depositado numa Igreja mandada construir pelo Imperador Constantino, em sua honra. Com a entrada no poder do Imperador Nicefor, que era contra símbolos religiosos, os cristãos ficaram com medo que ele remove-se o corpo de Sta. Eufémia.
A lenda diz que numa noite de violenta tempestade o sarcófago de mármore desapareceu da cidade. Possivelmente, pescadores cristãos carregaram-no nos seus barcos, com a esperança de a transportar para um lugar seguro. Em Julho, 13 do ano 800, as pessoas de Rovinj, viram dar à costa, ondulando gentilmente nas águas, um sarcófago. Os sinos repicaram, as pessoas que se juntaram na praia tentaram retirá-lo da água, mas em vão, todos os esforços eram inúteis, até que apareceu uma criança com dois fracos bezerros e que para espanto de todos conseguiu remover o pesado sarcófago da água e o levou até à igreja local.
Quando abriram o sarcófago, viram o corpo de uma rapariga muito bonita e que vestia um luxuoso vestido e junto dela, um pergaminho que dizia HOC EST CORPUS EUFEMIAE SANCTAE... (...este é o corpo de Santa Eufémia, virgem mártir da Calcedónia, filha de um nobre senador, nascida para o céu em Setembro 16, ano 304 AD...).
O seu corpo continua preservado numa igreja na cidade de Rovinj, na actual Croácia, onde pode ser visitado.
SÃO NICOLAU DE FLUE - Eremita
* 21 MARÇO
Nicolau de Flue, mais conhecido por Irmão Klaus, tem enorme popularidade na Suíça, da qual foi proclamado padroeiro por Pio XII e onde é festejado no dia 25 de Dezembro. Nasceu no ano de 1417 em Flueli, perto de Sachseln, no cantão de Obwalden. Embora quisesse adoptar a vida eremítica, não conseguiu fugir de alguns cargos civis: conselheiro, juiz e deputado. Em 1445, casou-se com Doroteia Wyss: tiveram cinco filhos e cinco filhas. Um deles foi vigário de Sachseln e um neto, Conrado, morreu santo.
A convite de Matias de Bolsheim e Aimo Angrund, entrou em contacto com um movimento religioso chamado Gottesfreunde (os amigos de Deus). Sua esposa opunha-se aos seus planos de solidão. Só depois de ter completado 50 anos, em Junho de 1467, pôde partir para a Alsácia. Porém, o Senhor queria-o bem mais próximo das regiões habitadas.
A sua vida santa e o seu rigoroso jejum chamaram logo a atenção dos vizinhos. Existem provas históricas e testemunhos incontestáveis de que ele passou um período de 19 anos e meio alimentando-se unicamente com a eucaristia. Decidiu então habitar no Ranft, um barranco solitário perto de Flueli. Saía só para assistir a santa missa, e quando a pátria precisou dele, em 1473, diante da ameaça austríaca, e em 1481 e 1482, quando esteve para estourar a guerra civil. Os bons resultados dessas intervenções propiciaram-lhe o título de “pai da pátria”. A sua mais frequente oração era: “Ó meu Deus e meu Senhor, afasta de mim tudo o que me afasta de ti. Ó meu Senhor e meu Deus, dá-me tudo o que me aproxima de ti. Ó meu Senhor e meu Deus, livra-me de mim mesmo e concede-me possuir-Te somente a Ti”. Edificados pelas suas orações e penitências, os seus vizinhos edificaram-lhe uma ermida e uma capela. Foi consagrada em 1469.
São Nicolau morreu no dia em que completou 70 anos (1487).
Foi canonizado em 1947 por Pio XII.
Nicolau de Flue, mais conhecido por Irmão Klaus, tem enorme popularidade na Suíça, da qual foi proclamado padroeiro por Pio XII e onde é festejado no dia 25 de Dezembro. Nasceu no ano de 1417 em Flueli, perto de Sachseln, no cantão de Obwalden. Embora quisesse adoptar a vida eremítica, não conseguiu fugir de alguns cargos civis: conselheiro, juiz e deputado. Em 1445, casou-se com Doroteia Wyss: tiveram cinco filhos e cinco filhas. Um deles foi vigário de Sachseln e um neto, Conrado, morreu santo.
A convite de Matias de Bolsheim e Aimo Angrund, entrou em contacto com um movimento religioso chamado Gottesfreunde (os amigos de Deus). Sua esposa opunha-se aos seus planos de solidão. Só depois de ter completado 50 anos, em Junho de 1467, pôde partir para a Alsácia. Porém, o Senhor queria-o bem mais próximo das regiões habitadas.
A sua vida santa e o seu rigoroso jejum chamaram logo a atenção dos vizinhos. Existem provas históricas e testemunhos incontestáveis de que ele passou um período de 19 anos e meio alimentando-se unicamente com a eucaristia. Decidiu então habitar no Ranft, um barranco solitário perto de Flueli. Saía só para assistir a santa missa, e quando a pátria precisou dele, em 1473, diante da ameaça austríaca, e em 1481 e 1482, quando esteve para estourar a guerra civil. Os bons resultados dessas intervenções propiciaram-lhe o título de “pai da pátria”. A sua mais frequente oração era: “Ó meu Deus e meu Senhor, afasta de mim tudo o que me afasta de ti. Ó meu Senhor e meu Deus, dá-me tudo o que me aproxima de ti. Ó meu Senhor e meu Deus, livra-me de mim mesmo e concede-me possuir-Te somente a Ti”. Edificados pelas suas orações e penitências, os seus vizinhos edificaram-lhe uma ermida e uma capela. Foi consagrada em 1469.
São Nicolau morreu no dia em que completou 70 anos (1487).
Foi canonizado em 1947 por Pio XII.
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